No nosso podcast, reunimos o Dr. Daniel Crivari, o Dr. Danilo Benedetti e o Dr. Douglas Nascimento. Juntos, eles contaram histórias reais de pacientes que marcaram a trajetória da Implace. Neste episódio, duas histórias chamam atenção por um motivo em comum. Elas mostram como a naturalidade do resultado, e não a mudança óbvia, é o que realmente define um bom tratamento. Neste artigo, portanto, vamos contar essas histórias e explicar o que elas revelam sobre o protocolo.
A paciente de 24 anos que precisou do implante zigomático
Entre os casos mais marcantes da carreira do Dr. Daniel Crivari está uma paciente que, aos 24 anos, precisou de um implante zigomático. Segundo o próprio Dr. Daniel, essa foi a paciente mais jovem que ele já operou com essa técnica. Isso, mesmo depois de anos realizando esse tipo de cirurgia em pacientes de 30, 32 e 37 anos.
Muita gente associa o implante zigomático apenas a pacientes que perderam osso ao longo de muitos anos de vida. No entanto, essa história mostra que a idade sozinha não é o fator determinante. A paciente havia perdido os dentes ainda aos 15 anos. Desde então, usou próteses removíveis por quase uma década, sempre em ciclo de dor e extração. Como consequência, o osso da região foi reabsorvendo ao longo do tempo. Já explicamos esse processo em detalhes no artigo sobre implante zigomático e falta de osso.
Além disso, a estrutura óssea naturalmente menor da paciente tornou o implante convencional inviável. Isso é comum em mulheres com biotipo mais fino. Juntos, esses fatores levaram à indicação do implante zigomático, mesmo em uma paciente tão jovem.
O segredo mais bem guardado: o tratamento escondido do próprio noivo
A parte mais surpreendente dessa história, porém, não é clínica. É emocional. A paciente fez todo o tratamento em segredo, inclusive do próprio noivo. Segundo os dentistas, ela contava para a família que estava indo fazer “facetas nos dentes”. Na verdade, ela usava uma prótese removível e enfrentava uma doença periodontal, que exigiria extrações completas.
Esse tipo de situação, aliás, é mais comum do que parece. Muitos pacientes escondem do próprio cônjuge o uso de dentaduras ou pontes móveis, como se fosse um segredo íntimo. Em um dos casos relatados no podcast, uma paciente pediu, na recepção, que apenas ela entrasse na sala de avaliação. Assim, o marido não descobriria ali mesmo que ela usava prótese removível havia anos.
Esse comportamento também aparece entre pacientes que moram na própria Campinas. Mesmo sem precisar viajar, alguns preferem se hospedar durante o tratamento, como se estivessem em outra cidade. O motivo é justamente manter o processo em sigilo até o resultado final. Assim, quando retornam para casa, já chegam com o sorriso pronto, sem precisar explicar nada durante o processo. Se essa também é uma preocupação sua, talvez o artigo sobre como conquistar o apoio da família no tratamento ajude a pensar em como conduzir essa conversa, quando e se você decidir compartilhá-la.
Por que ninguém percebe que você fez o tratamento?
O motivo pelo qual esses pacientes conseguem manter o segredo até o final não é acaso. Ele é resultado direto da filosofia de trabalho da equipe. A busca é sempre por um resultado natural, não por uma transformação óbvia. Como destacou a equipe no podcast, o objetivo nunca é entregar uma prótese que faça as pessoas ao redor perceberem imediatamente “mexeram nos dentes”. Pelo contrário: o resultado ideal é aquele em que os outros percebem que algo mudou, mas não conseguem identificar exatamente o quê.
Para isso, o planejamento leva em conta o tamanho original dos dentes do paciente. A nova arcada é equilibrada para parecer uma versão saudável e natural da própria boca, não uma boca diferente. É esse cuidado que explica por que, muitas vezes, amigos e familiares associam a mudança a outros fatores. Um novo corte de cabelo, por exemplo, ou até um procedimento estético facial. Ninguém imagina que a origem está no sorriso.
Quando a naturalidade inclui até as pequenas particularidades
Outra história contada no podcast reforça esse mesmo princípio, mas em um contexto diferente. Uma paciente jovem estava planejando sua prótese do Protocolo All-on-4. Ela pediu para manter o diastema, aquele pequeno espaço entre os dentes da frente, característico de sorrisos como o do jogador Ronaldinho Gaúcho em sua época de jogador. Esse traço sempre fez parte da identidade do sorriso dela, e ela não queria perdê-lo com o tratamento.
O resultado, segundo a equipe, ficou completamente natural. Afinal, ele respeitou exatamente o que já fazia parte da personalidade daquela paciente. Esse caso ilustra bem o que os dentistas resumem em uma frase simples: o objetivo do tratamento não é mudar quem a pessoa é. É realçar o que já é bonito nela.
O que essas histórias ensinam sobre o protocolo
Esses dois casos, portanto, revelam pontos importantes para quem ainda está decidindo se faz ou não o tratamento. Primeiro, a idade ou o tempo de perda óssea não define, sozinho, se você é ou não candidato a uma solução como o implante zigomático ou o Protocolo All-on-4. Segundo, o medo de “ficar com cara de quem mexeu nos dentes” também não deveria ser um impedimento. Isso porque a naturalidade é, na verdade, o objetivo central do planejamento.
Além disso, essas histórias mostram que o impacto do tratamento vai muito além da função mastigatória. Ele mexe com a autoestima e com a confiança. Muitas vezes, ele até muda a forma como a pessoa se relaciona com quem ama, mesmo que, durante o processo, prefira manter isso em segredo.
Como a Implace conduz esse cuidado com a naturalidade
Na Implace Implantes, cada planejamento leva em conta as características individuais do paciente. Isso vai desde a estrutura óssea até pequenos detalhes estéticos que fazem parte da identidade de cada sorriso. Além disso, para quem valoriza a discrição durante o tratamento, o modelo Day Clinic permite concentrar tudo em apenas 3 dias, com hospedagem disponível. Esse formato, inclusive, já levou até pacientes da própria Campinas a optarem por um tratamento mais reservado.
Mais do que devolver dentes, a Implace devolve a confiança para sorrir sem medo de julgamento. Seja de estranhos, seja das pessoas mais próximas. É uma verdadeira fábrica de sonhos.
Se você reconhece um pouco da sua própria história nesses relatos, saiba que não está sozinho. Agende uma avaliação e descubra o caminho possível para o seu caso.
Perguntas frequentes
O implante zigomático é indicado só para pacientes mais velhos?
Não necessariamente. A indicação depende da condição óssea do paciente. Ela pode ser resultado de anos de perda dentária, biotipo genético ou outros fatores, independentemente da idade.
É possível manter características pessoais do sorriso, como um pequeno espaço entre os dentes?
Sim. O planejamento do Protocolo All-on-4 pode ser personalizado para preservar traços que fazem parte da identidade do paciente. Isso, desde que não comprometa a função ou a saúde bucal.
É comum esconder o tratamento até da própria família?
Sim, é mais comum do que se imagina. Muitos pacientes preferem manter o processo em sigilo até o resultado final. A equipe está preparada para respeitar essa escolha durante todo o atendimento.
Como a Implace garante um resultado natural, e não uma mudança óbvia?
O planejamento considera o tamanho e as características originais dos dentes do paciente. Assim, a nova arcada fica equilibrada e parece uma versão saudável da própria boca.